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Injeção de R$ 40 bilhões foi anunciada pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e engloba trabalhadores que ganhem até dois salários mínimos

Em entrevista coletiva realizada ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o chefe do Banco Central, Roberto Campos Neto, anunciou, medidas de proteção ao emprego e a manutenção de negócios em meio à pandemia do novo coronavírus.

O principal refugo envolve a criação de uma linha de crédito para pequenas e médias empresas honrarem os salários de funcionários e evitarem a falência. O programa vai disponibilizar 40 bilhões de reais divididos em dois meses, 20 bilhões de reais por mês para garantir o pagamento dos empregados durante abril e maio.

Segundo o presidente da instituição, as empresas beneficiadas pelo auxílio estão proibidas de demitir durante o período. Ele não informou quando a linha de crédito será aberta.

A MEDIDA É VÁLIDA PARA EMPRESAS COM RENDIMENTOS ENTRE 300 MIL E 10 MILHÕES DE REAIS. “O DINHEIRO VAI DIRETO PARA AS FOLHAS DE PAGAMENTO”, DISSERTOU CAMPOS NETO. “AS EMPRESAS SÓ FICAM COM A DÍVIDA”, ENCERROU. O LIMITE PARA OS BENEFICIADOS PELA MEDIDA, QUE VERÃO O DINHEIRO CAIR DIRETO EM SUAS CONTAS, SERÁ DE DOIS SALÁRIOS MÍNIMOS, OU DE 2.090 REAIS.

As empresas deverão ressarcir a União em até 36 meses, depois de um período de carência de seis meses, com a correção por uma taxa de juros de 3,75%. O programa será bancado com recursos do Tesouro, de 17 bilhões de reais por mês, e dos bancos públicos BNDES, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, que completarão a quantia.

Sérgio Martes
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