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Confira quais são as tendências de empreendedorismo em 2021

Ano novo e os planos para ter o próprio negócio voltam à mente de muitas pessoas.

Oportunidade ou necessidade, o desejo de empreender é quase natural nos brasileiros.

O momento é oportuno. Mesmo que as circunstâncias sejam desafiadoras, nesse contexto de pandemia, o momento é de observar possíveis tendências que apontam para novas oportunidades de negócios.

 

Muitos empresas operando mais do que nunca no e-commerce, delivery, em marketplaces, entre outros canais de venda – é um indicador importante. No ano de 2020, em alguns meses vivemos vários anos e por conta disso todos os setores, todos os segmentos, se reinventaram.

 

Outro fator de atenção é a maturidade das empresas.  Muitas marcas saíram fortalecidas.  Reinventaram os seus negócios e a forma de alcançar seus clientes e ainda superaram suas marcas e resultado.

 

Empreendedores podem olhar sob dois aspectos – do risco ou da oportunidade.

 

Do risco quando se pensa numa retomada mais lenta e de um consumidor mais reticente em consumir, e da oportunidade quando se pensa em mais flexibilidade de negociação com fornecedores, e de um consumidor ávido por voltar à rotina – e às lojas. Valem as duas reflexões.

O potencial empreendedor deve ficar atento aos seguintes pontos para colocar em prática seus planos de ter um negócio neste ano:

Com a pandemia as empresas tiveram que se adaptar e otimizar suas estruturas para se manterem ativas, o que pode, em alguns casos ter modificado como o mercado consome determinados produtos ou serviços. Vale observar o mercado em que deseja investir e como ele está se comportando nessa crise.

 

Por exemplo: Vale avaliar se o cenário atual é algo que tende a permanecer ou é passageiro – como no caso das redes que atuam no delivery e tiveram um boom de demanda, ou mesmo as redes de vestuário que tiveram queda na procura dos consumidores.

São extremos que, no primeiro caso, devem permanecer, porém, com uma pequena queda na demanda, e no segundo caso, deve ser algo passageiro, pois as pessoas já estão saindo de casa e com a vacina esse mercado tende a se aquecer. Além da questão dos canais de atuação.

 

ALGUNS SEGUIMENTOS EM EXPANSÃO

    • E-commerces diversos – existe um espaço ainda gigante para empreender, vendendo coisas na internet, com sites próprios e também em marketplaces.

 

    • Serviços de TI – As pessoas físicas, profissionais liberais e empresas estão demandando muitas adequações e expansões para aproveitarem a revolução digital que está iniciando.

 

    • Infoprodutos – todos fomos forçados a continuar estudando nesta pandemia.  O detalhe é que muitas pessoas que tinham dificuldade ou preconceito, reviram esta postura.   Cursos de todo tipo de duração, palestras e até formações em várias profissões estão ocorrendo dentro de casa e em escritórios.

 

    • Negócios imobiliários – a indústria imobiliária foi uma das áreas menos afetadas. Na verdade, está sofrendo uma mudança de perfil de prédios comerciais e residenciais.

 

    • Clube de assinatura – é possível fazer assinatura de qualquer coisa, mas o empreendedor deve analisar o comportamento do consumidor alvo para saber a frequência de compra.   A assinatura de vinhos e cervejas é só o começo desta modalidade.

 

    • Comércio de roupas inteligentes – a tecnologia chegou às roupas e acessórios.  Seja para cuidar da saúde, ou estar conectado, as pessoas estão cada vez mais curiosas em usar este tipo de produto.

 

    • Venda de produtos vegetarianos e veganos – o percentual de pessoas que se declaram veganos ou vegetarianos ainda é pequeno, mas este mercado tende a crescer muito. Até mesmo as grandes empresas que vendem carne bovina, suína e frango estimam que o percentual de venda de produtos para vegetarianos e veganos deve atingir 30% no Brasil nos próximos anos.

 

    • Venda de cosméticos naturais e artesanais – analisando o mesmo mercado de quem se declara vegano ou vegetariano, temos os produtos cosméticos que atingem também o público não vegano ou vegetariano; são chamados de simpatizantes.  Gostam de comer proteína animal, mas usam produtos de origem não animal.

 

    • Delivery de comida – a pandemia deixou claro que este mercado ainda tem um espaço gigante para crescer.

 

    • Brechós Online – está diminuindo o preconceito e a resistência dos brasileiros em comprar produtos seminovos. Estávamos acostumados a reconhecer em um brechó, produtos totalmente desgastados e atrelados à população carente.  Em muitos países, este mercado não é visto assim. Esta mudança de visão está ocorrendo no Brasil e à medida que tivermos mais brechós físicos e online com produtos de qualidade a preços realmente compatíveis, este mercado vai crescer muito.

 

ContadorSMART

Sérgio Martes

 



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